sábado, 25 de junho de 2011

The forever always ends



As vezes me pego pensando no talvez, no que seria se eu ainda tivesse você por perto. Se nossos olhares ainda teriam a mesma intensidade ao se cruzarem, se meu coração dispararia do mesmo jeito quando você passasse por perto ou se me deixaria vermelha daquele jeito que só você consegue me deixar quando sorri. Se eu sentiria meu corpo todo tremer com o calor da sua respiração no meu rosto ou se nós ainda daríamos gargalhadas com assuntos idiotas.
Queria me jogar nos seus braços e fingir que nada aconteceu, que ainda somos os mesmos, mas você não estaria aqui para me segurar e eu não posso e nem aguentaria me iludir mais.
Não, não somos mais os mesmos. Você não é mais o garoto chato e alto confiante que escondia um menino doce e romântico por quem me apaixonei. Você não me faz mais rir como antigamente e nem de longe o que sinto quando estou ao seu lado é tão intenso quanto antes. Você agora não vive mais para o nós e sim para os outros. Não sei se você consegue se reconhecer nesse disfarce caquéctico que você montou mas eu tenho certeza que esse não é o garoto que eu conheci e que me dizia que não importava quantos anos se passassem,  que toda vez que eu olhasse nos seus olhos eu ia saber que o seu amor por mim não mudou. Sim, quando eu olho neles ainda consigo ver, nem que seja lá no fundo, soterrado por tudo o que você virou; o mesmo olhar de sempre gritando por socorro, para que eu não desista de você, mas não consigo ver esse olhar nas suas atitudes.
Eu também mudei. Você me fez mudar e eu te odeio por isso. Não quero mais pensar no amor por um bom tempo, você me machucou de mais e ainda vai levar algum tempo para essa ferida fechar. Não consigo mais me imaginar com outra pessoa pois a lembrança de nós dois ainda está muito viva e espero que com o tempo, não que ela morra, mas sim que ela não me afete tanto quanto afeta hoje.

Me pergunto para onde foi o garoto por quem me apaixonei e tenho pena do que você virou.



By: Thamyres

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Hoje em dia anda tão difícil de me descrever. Mais fácil que antes com certeza mas pelo menos antes eu sabia que aquela confusão toda era a Thamyres mas e agora? Cada aquele turbulhão de idéias, de sorrisos e felicidade que contagiava todo mundo? Sei que continuo a mesma Thamyres de sempre e que quando estou perto das mesmas pessoas de sempre a vejo como a mesma garota de um, dois anos atrás, mas o problema é que agora eu não to mais tão animada, não provoco risos a todo o tempo, não vivo pulando de um lado para o outro e nem mesmo falo com pessoas desconhecidas (é sério, não to falando!).
O que vai ser de mim? Sem essas coisas eu me sinto imcompleta mas o bom é que isso é só com as pessoas do novo colégio. Pena que elas nunca vão conhecer esse meu lado que todo mundo gosta mas mesmo assim elas vão me amar, todos amam  né....

sábado, 21 de maio de 2011

Procure soluções pois problemas a vida trás.
Se vivermos a vida só pensando nos problemas não a viveremos e se existe solução logo não é um problema
"É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar.
É melhor tentar, ainda que em vão que sentar-se, fazendo nada até o final.
Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder.
Prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver"
                                                                            Martin Luther King

terça-feira, 29 de março de 2011

Permeabilidade Seletiva

Queria ter, como as células, uma membrana  com permeabilidade seletiva para escolher tudo o que sentir e assim nunca me magoar. Como não tenho, me contento em pensar que sinto o que eu quero e que mando no meu coração, mas o pior de se iludir é que quando você já não pode mais driblar a verdade tudo volta a estaca zero e nos sentimos enganados só que não vemos que fomos nós mesmos que nos enganamos.
No momento me engano para ver a verdade e não me iludir e não  me machucar, mas no fim eu me iludo, me machuco e já não posso mais me enganar. É como se  tudo acabasse junto. Me sinto fraca e vejo que não tenho controle sobre mim mesma;  fico triste por ver que era tudo ilusão e por fim me machuco profundamente com lembranças de outras desilusões.

domingo, 16 de janeiro de 2011

"Duvide que as estrelas sejam fogo,
Duvide que o Sol se mova,
Duvide que verdade seja mentira;
Mas não duvide que eu te amo."


                                          Willian Shakespeare

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Amizade Infantil


Converse comigo. Vamos falar sobre algo.
Você se lembra de quando assuntos surgiam facilmente e duravam por horas?
Lembra quando ultrapassávamos o limite do telefone só cantando ou rindo por horas?
Lembra quando brincávamos o tempo todo? Derrotávamos monstros, construíamos casas, fazíamos a vida do nosso jeito quando éramos as bonecas... Fazíamos cabanas, contávamos histórias, corríamos no pátio...
Para aonde foi tudo isso?
Foi substituído por conversar sem assunto, ouvir música, ficar horas no computador e tirar fotos.
E a nossa banda? E as nossas danças?
Agora nos satisfazemos em ver outras pessoas cantarem e dançarem. Estamos velhas de mais para isso. Todas as velhas diversões agora são coisa de criança. Quem faz é patético e nós não queremos ser assim.
Então deixemos que o computador sucumba nosso tempo. Que o " e ae?"  seja o nosso dialogo e que a nossa amizade fique com lembranças só daquele tempo. Porque de agora não teremos nada para  lembrar.










by: Thamyres